sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

O dia em que meu blog parou.

É... estou fechando o blog
Um dia eu volto, quem sabe.
Mas, continuem acompanhando o Lavamos Noz
Lá postarei todo o dia.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

O Dia em que a Terra Parou

Watchmen

Dos quadrinhos para o cinema.
Alguém me empresta as revistas?

Rec

Primeiro veio o Bruxa de Blair. Era realmente nova a sensação de que o personagem era quem gravava aquilo que se via na tela do cinema. Essa técnica dá um realismo absurdo pra trama. Em boa parte por que o ator olha para a camera e conversa com ela. Ou seja, você não é só espectator da trama como está lá, encarnado no personagem que segura a camera, ao estilo fitas-empoeiradas-dos-churrascos-de-família.

Mas agora tá começando a saturar o estilo. Veio o grandioso Cloverfield, que basicamente é uma mistura de Bruxa de Blair com Godzilla. Ok, tudo bem. Só que não satisfeitos com ele, Cloverfield 2 está pra sair, além de REC, um terror espanhol que tem, no lugar de uma bruxa ou réptil gigante, zumbis. Ó o trailer aí embaixo:


quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Mortal Kombat vs DC Universe

Primeiro veio X-Men vs Street Fighter. Eu não conseguia encontrar uma lógica do por que um jogo misturar duas franquias, dois mundos diferentes. Aí entendi que a lógica não estaria nunca no roteiro, mas sim na situação financeira do produtores. Depois veio Marvel x Street Fighter, Marvel vs Capcom. Ok, mas quem são os "inimigos" da Marvel e do Street Fighter?
Pois é. Veio tarde, mas veio.
Mais um cruzamento um tanto quanto bizarro. E com um Storyline supimpa.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Lonely Peoples

Paul MacCartney disse hoje, em entrevista, que a mulher da música Eleanor Rigby nunca existiu. A afirmação veio devido à uma série de boatos envolvendo um comprovante de pagamento para uma tal de Rigby, uma criada do hospital de Liverpool.
A existência da mulher ou não é totalmente irrelevante frente à beleza dessa música.

Abaixo a versão de Caetano Veloso, que eu considero genial.



terça-feira, 11 de novembro de 2008

Magneto

Agora sim algo interessante. Não sou fã de X-men, mas me interesso pela história envolvendo humanos e "pós-humanos", e como os confrontos de interesse se dão entre esses dois grupos.
Neste contexto, destaca-se entre os melhores personagens desse contexto, o vilão Magneto. O personagem é interessante por que, embora tu não concorde com ele, tu entende e até "aceita" que ele odeie os humanos. A história é muito bem feita em cima do ódio dele. E, aproveitando essa história, está em fase de produção o filme que contará a história deste que é um dos maiores vilões das histórias em quadrinhos de todos os tempos: Magneto.

Continuações

Não. Parece que tão cedo não termina a série de filmes da franquia Terminator. Está pra sair agora: O Exterminador do Futuro: A Salvação.
Também, está em fase de produção uma continuação para Máquina Mortífera.

Radiohead no Chile



O que aumenta muito a chances deles darem uma passada pelo Brasil.

Desse jeito a Cobra Kai

E por falar em remakes, Will smith está com o projeto de refilmar um dos melhores filmes "sessãodatarde": Karatê Kid. Smith quer que seu filho interprete Daniel Larusso, a Gazela que, graças ao Sr Miagi, consegue ganhar um torneio disputado contra a Cobra Kai, o lado negro da força.
Tá virando mania sair fazendo remakes de filmes antigos que hoje são considerados "cult". Uma mania infeliz, na minha opinião.

sábado, 8 de novembro de 2008

OldBoy

Spielberg quer dirigir Will Smith em remake.

Steven Spielberg e Will Smith estão negociando uma parceria para um remake do filme coreano Oldboy, que tinha sido cancelado pela Dreamworks.
Smith deve protagonizar o longa-metragem, que conta a história de um homem seqüestrado e mantido em cativeiro por motivos inexplicáveis.


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Mais uma bizarrice Hollywoodyana. A versão Coreana já é ótima. Só pode dar merda.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

George Romero

George Romero está de volta. Depois de "A noite dos Mortos vivos", "O despertar dos Mortos", "Dia dos Mortos", "Terra dos Mortos" e "diário dos Mortos", o mestre dos filmes de terror com Mortos Vivos reaparece reaparece com...

"Ilha dos mortos".




Esperava o que? Uma comédia romântica?

Ele desatinou

Marcelo Camelo está agora com um projeto de música experimental. O nome da banda é Imprevisíveis. O nome faz bem jus ao trabalho.

Caetano sobre os Los Hermanos

Extraido do blog de Caetano:

“O disco do Camelo é bom à beça: ele toca violão muito bem naquela faixa de letra curta; a decisão de soar relaxado e livre de tiques reconhecíveis pode virar um novo tique se o ouvinte tiver má vontade – mas é assumida com bravura e realizada com decisão; eu gosto; é carioca num grau Marisa Monte; é um luxo que ele seja a estrela solitária do momento em nossa música inventiva.”

“Já ouvi muito do de Rodrigo Amarantes com Fabrício dos Strokes (que trouxe a namorada): os ecos de pop rock do início dos anos 60 – com um toque country – soam com frescor inventivo que descarta ironia ou nostalgia; é música imediata; a gente não pensa em tiques nem em toques – apenas entra em contato com as emoções que motivaram as canções, ou melhor, nas emoções que as canções motivam. Mas a ida à Itália me interrompeu a audição, de modo que comentários mais responsáveis ficam para depois.”

Anjos e Demônios

Depois do famoso Código da Vinci ganhar adaptação pro cinema, é a vez de Anjos e Demônios. Considero este segundo o melhor livro de Dan Brown. Li os quatro e nenhum me decepcionou. Leitura rápida, com enredo cheio de reviravoltas. Entretenimento puro mesmo, com direito a conspirações seculares e críticas à igreja. Parece que foi escrito pensando no cinema, embora eu não tenha gostado tanto do filme. Mas não tem como não gostar do livro. A não ser que tu é tão marrento que acha que só Dostoievski, Saramago ou qualquer nome já consagrado da literatura, que por vezes escrevem obras maçantes, são dignos de elogios.


Previsível

‘Jogos mortais 5’ recicla cenas e decepciona.
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Estou chocado..

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

O albergue

Eu gosto desse filme, e eu sei que tu provavelmente não. Mas esse filme é gênio!
Talvez tu tenha visto ele só na ótica de "mais outro filme de mortes bizarras", com muito ketchup e com direito à mostarda saindo do olho. Mas não! O filme é muito mais que isso! Não é a toa que quando o Eli Roth mostrou o roteiro para o Tarantino, ele disse que esse filme precisava ser gravado.

Chega de fantasmas, assassinos psicóticos onipresentes ou alienígenas. O trunfo do Albergue é que estamos falando de algo totalmente plausível.

De todos os filmes de terror que eu vi, o que mais me deixou "bolado" quando terminei de ver foi O Albergue. Por que? Por que eu acredito que isso possa acontecer. Ou você vai me dizer que é inverossímil a soma de uma cidade arrasada pela guerra que faria qualquer coisa pra ganhar dinheiro + milionários excêntricos que ja cheiraram todas as drogas do mundo, comeram as mulheres mais gostosas e a única coisa que lhes dá prazer é ter o poder da vida e da morte de outro em suas mãos + americanos idiotas longe do Tio Sam?

O trunfo do Albergue é que ele pode existir. E isso sim é terror.

Terror: japonês x americano

Eu gosto do terror japonês. Em relação ao clássico terror americano, de serial killers mascarados sedentos de sangue, acho que as crianças nipônicas, pálidas e cabeludas chamam mais minha atenção.
Entretanto, é preciso dizer ja de cara que ambos, independente das qualidades e defeitos, são estilos repetitivos e já esgotados.
De um lado temos SEMPRE um tarado psicopata que por ser um frustradinho na vida (ou na morte), resolveu sair matando geral com qualquer arma branca cheia de tétano. Ele SEMPRE bota uma máscara, a mais brega que encontrar, e é sempre mais rápido e forte que suas vítimas. Não gosta de correr mas sempre alcança suas vítimas.


Já o terror japonês SEMPRE tem uma ninfeta colegial que foi morta bizarramente e que não admite ter morrido. Ela passa o resto da eternidade enchendo o saco dos vivos. Ela SEMPRE usa uma roupinha branca molhada, cabelo compridos e fica olhando pro chão. A pele sempre branca, por que morreu afogada na banheira, no lago, no poço ou na poça.

É curioso analisar também onde se passa a trama. Nos filmes americanos, o assassino serial killer está sempre num lugar distante do lar-doce-lar do personagem. Seja num acampamento em crystal lake ou numa cidade abandona longe de tudo. Claro que não é em todos, mas na maioria dos casos o personagem tem um lugar de sossego no final do filme. O ápice desses casos se dá em Hostel/Albergue. Até hoje eu tenho medo de ir pra Eslováquia. A mensagem dos filmes de terror americanos é bem clara: O que você quer longe de casa?! Fique aqui (Estados Unidos) que é o melhor pra você. Lá fora existe o Caos, dor e sofrimento.
Já o filme japonês.. Sem querer fazer spolier, mas todos os filmes que vi tem final trágico, e a premissa basica é: NÂO EXISTE LUGAR PARA ONDE FUGIR. O fantasma persegue pra sempre a personagem, onde quer que ela vá. Na casa dela, na casa da avó dela, no ônibus, na privada. Pra sempre! Tipo, não existe final feliz, saca? Isso sim é Terror!

Final feliz é para os fracos!

terça-feira, 28 de outubro de 2008

'Max Payne' erra o alvo na adaptação dos games para o cinema.

Ao entrar no cinema para assistir a "Max Payne", não se culpe por não ter jogado nenhum dos dois capítulos da série dos games - afinal, nem o protagonista Mark Walhberg ou o diretor John Moore parecem tê-lo feito. Se o fizeram, não passaram do menu de instalação - o que talvez explique a inconsistência do filme quando comparado ao jogo de 2001 que, ironicamente, entrou para a história com seu "clima cinematográfico" e referências de Matrix a John Woo.


G1

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Alguém ficou surpreso?

sábado, 25 de outubro de 2008

I wanna play a game...

Depois de 5 filmes e um sexto programado pro ano que vem, foi anunciado que Jogos Mortais terá sua versão para videogame, Xbox 360 e Playstation 3 mais precisamente. O jogo sai em outubro de 2009. Bom, só espero que não façam merda.
 
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