Tá virando mania sair fazendo remakes de filmes antigos que hoje são considerados "cult". Uma mania infeliz, na minha opinião.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Desse jeito a Cobra Kai
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Cinema
sábado, 8 de novembro de 2008
OldBoy
Steven Spielberg e Will Smith estão negociando uma parceria para um remake do filme coreano Oldboy, que tinha sido cancelado pela Dreamworks.
Smith deve protagonizar o longa-metragem, que conta a história de um homem seqüestrado e mantido em cativeiro por motivos inexplicáveis.
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Mais uma bizarrice Hollywoodyana. A versão Coreana já é ótima. Só pode dar merda.
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segunda-feira, 3 de novembro de 2008
George Romero
"Ilha dos mortos".
Esperava o que? Uma comédia romântica?
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Ele desatinou
Marcelo Camelo está agora com um projeto de música experimental. O nome da banda é Imprevisíveis. O nome faz bem jus ao trabalho.
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Caetano sobre os Los Hermanos
Extraido do blog de Caetano:
“O disco do Camelo é bom à beça: ele toca violão muito bem naquela faixa de letra curta; a decisão de soar relaxado e livre de tiques reconhecíveis pode virar um novo tique se o ouvinte tiver má vontade – mas é assumida com bravura e realizada com decisão; eu gosto; é carioca num grau Marisa Monte; é um luxo que ele seja a estrela solitária do momento em nossa música inventiva.”
“Já ouvi muito do de Rodrigo Amarantes com Fabrício dos Strokes (que trouxe a namorada): os ecos de pop rock do início dos anos 60 – com um toque country – soam com frescor inventivo que descarta ironia ou nostalgia; é música imediata; a gente não pensa em tiques nem em toques – apenas entra em contato com as emoções que motivaram as canções, ou melhor, nas emoções que as canções motivam. Mas a ida à Itália me interrompeu a audição, de modo que comentários mais responsáveis ficam para depois.”
“O disco do Camelo é bom à beça: ele toca violão muito bem naquela faixa de letra curta; a decisão de soar relaxado e livre de tiques reconhecíveis pode virar um novo tique se o ouvinte tiver má vontade – mas é assumida com bravura e realizada com decisão; eu gosto; é carioca num grau Marisa Monte; é um luxo que ele seja a estrela solitária do momento em nossa música inventiva.”
“Já ouvi muito do de Rodrigo Amarantes com Fabrício dos Strokes (que trouxe a namorada): os ecos de pop rock do início dos anos 60 – com um toque country – soam com frescor inventivo que descarta ironia ou nostalgia; é música imediata; a gente não pensa em tiques nem em toques – apenas entra em contato com as emoções que motivaram as canções, ou melhor, nas emoções que as canções motivam. Mas a ida à Itália me interrompeu a audição, de modo que comentários mais responsáveis ficam para depois.”
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Anjos e Demônios
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