terça-feira, 11 de novembro de 2008

Continuações

Não. Parece que tão cedo não termina a série de filmes da franquia Terminator. Está pra sair agora: O Exterminador do Futuro: A Salvação.
Também, está em fase de produção uma continuação para Máquina Mortífera.

Radiohead no Chile



O que aumenta muito a chances deles darem uma passada pelo Brasil.

Desse jeito a Cobra Kai

E por falar em remakes, Will smith está com o projeto de refilmar um dos melhores filmes "sessãodatarde": Karatê Kid. Smith quer que seu filho interprete Daniel Larusso, a Gazela que, graças ao Sr Miagi, consegue ganhar um torneio disputado contra a Cobra Kai, o lado negro da força.
Tá virando mania sair fazendo remakes de filmes antigos que hoje são considerados "cult". Uma mania infeliz, na minha opinião.

sábado, 8 de novembro de 2008

OldBoy

Spielberg quer dirigir Will Smith em remake.

Steven Spielberg e Will Smith estão negociando uma parceria para um remake do filme coreano Oldboy, que tinha sido cancelado pela Dreamworks.
Smith deve protagonizar o longa-metragem, que conta a história de um homem seqüestrado e mantido em cativeiro por motivos inexplicáveis.


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Mais uma bizarrice Hollywoodyana. A versão Coreana já é ótima. Só pode dar merda.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

George Romero

George Romero está de volta. Depois de "A noite dos Mortos vivos", "O despertar dos Mortos", "Dia dos Mortos", "Terra dos Mortos" e "diário dos Mortos", o mestre dos filmes de terror com Mortos Vivos reaparece reaparece com...

"Ilha dos mortos".




Esperava o que? Uma comédia romântica?

Ele desatinou

Marcelo Camelo está agora com um projeto de música experimental. O nome da banda é Imprevisíveis. O nome faz bem jus ao trabalho.

Caetano sobre os Los Hermanos

Extraido do blog de Caetano:

“O disco do Camelo é bom à beça: ele toca violão muito bem naquela faixa de letra curta; a decisão de soar relaxado e livre de tiques reconhecíveis pode virar um novo tique se o ouvinte tiver má vontade – mas é assumida com bravura e realizada com decisão; eu gosto; é carioca num grau Marisa Monte; é um luxo que ele seja a estrela solitária do momento em nossa música inventiva.”

“Já ouvi muito do de Rodrigo Amarantes com Fabrício dos Strokes (que trouxe a namorada): os ecos de pop rock do início dos anos 60 – com um toque country – soam com frescor inventivo que descarta ironia ou nostalgia; é música imediata; a gente não pensa em tiques nem em toques – apenas entra em contato com as emoções que motivaram as canções, ou melhor, nas emoções que as canções motivam. Mas a ida à Itália me interrompeu a audição, de modo que comentários mais responsáveis ficam para depois.”
 
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